Europa lança diretrizes éticas para o uso da inteligência artificial

6 de Junho, 2019

O termo inteligência artificial é empregado para concretizar sistemas que ofertem serviços, a partir de uma sofisticada capacidade de processamento de informação semelhante ou até superior à dos seres humanos. Determinadas tecnologias já tiveram desempenhos melhores do que as pessoas. 

Foi apresentado um documento que, faz parte da união europeia, de forma a estabelecer uma visão centrada nos humanos, para a construção de soluções confiáveis e de tipos de sistemas. Esta pode se materializar tanto em legislações e numas administrativas como em orientações gerais para os fabricantes e projetos de pesquisa. 

Segundo o documento, os sistemas de IA devem ser “robustos” e “seguros”, de modo a evitar erros e de forma a terem condição de lidar com os mesmos, corrigindo eventuais inconsistências. 

Esses problemas podem ter sérios impactos na sociedade, como a discriminação de pessoas no acesso a um serviço ou até mesmo quedas de bolsas, cujas compras e vendas de ações utilizem essas tecnologias. 

A dimensão ética da inteligência artificial não é só um luxo ou um acréscimo, é somente com confiança que a nossa sociedade pode beneficiar plenamente dessas tecnologias. Uma IA ética é uma proposta que traz ganhos e que pode ser uma vantagem competitiva para a Europa: ser uma líder de tecnologias centradas. 

Posto isto a plataforma Masterlink permite às organizações uma melhor gestão do seu negócio, mais focada nas necessidades imediatas passando rapidamente a uma lógica de melhoria contínua, contribuindo assim para aumento da produtividade, redução de custo de operação e em serviços especializados, autonomia na automação/digitalização de processos e redução de tempo de implementação.