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	<title>Blog - Masterlink</title>
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	<description>Business Innovation</description>
	<lastBuildDate>Mon, 20 Apr 2026 11:16:29 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Blog - Masterlink</title>
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		<title>4 travões da transformação digital nas PMEs (e como os ultrapassar)</title>
		<link>https://masterlink-global.com/4-travoes-da-transformacao-digital-nas-pmes-e-como-os-ultrapassar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[superedcadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 11:04:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Conheça os principais desafios da transformação digital nas PMEs em Portugal e descubra como ultrapassar os principais bloqueios.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://masterlink-global.com/4-travoes-da-transformacao-digital-nas-pmes-e-como-os-ultrapassar/">4 travões da transformação digital nas PMEs (e como os ultrapassar)</a> aparece primeiro em <a href="https://masterlink-global.com">Masterlink</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A transformação digital nas empresas em Portugal continua a ser uma prioridade estratégica, impulsionada por metas nacionais e europeias, exigências regulatórias e pela necessidade crescente de eficiência operacional. Ainda assim, uma parte significativa do tecido empresarial continua longe de atingir o nível de modernização desejado.</p>



<p>Se analisarmos os tradicionais processos de digitalização de processos em organizações públicas e privadas, torna-se evidente que os principais bloqueios raramente são tecnológicos. A verdadeira dificuldade está na forma como a tecnologia é adotada, integrada e colocada ao serviço das pessoas.</p>



<p>Antes de investir em novas soluções de automação de processos ou digitalização, é essencial perceber o que está, na prática, a travar a evolução.</p>



<p>Existem quatro bloqueios principais que continuam a atrasar a transformação digital das PMEs em Portugal.</p>



<h2 class="wp-block-heading">1. Falta de recursos tecnológicos nas PMEs em Portugal</h2>



<p>A dificuldade em contratar e reter talento tecnológico é uma realidade transversal ao mercado. Programadores qualificados são escassos, altamente disputados e, muitas vezes, inacessíveis para PMEs.</p>



<p>Mesmo quando as empresas conseguem contratar, estes profissionais acabam frequentemente alocados a tarefas de manutenção, em vez de contribuírem para inovação. Em muitos casos, projetos ficam dependentes de uma única pessoa, criando riscos operacionais e atrasos sempre que há mudanças na equipa.</p>



<p>O problema não está na falta de talento em Portugal, mas no modelo tradicional de desenvolvimento, que exige perfis técnicos difíceis de garantir de forma consistente.</p>



<p>Hoje, existem alternativas que permitem contornar este desafio.&nbsp;</p>



<p><a href="https://masterlink-global.com/plataforma/">Plataformas no-code, como a da Masterlink</a>, possibilitam o desenvolvimento de soluções digitais completas sem necessidade de programação. Estas soluções não se limitam a aplicações simples, são utilizadas para gerir operações complexas, com múltiplos utilizadores, integração de sistemas e volumes elevados de dados, muitas vezes desenvolvidas por equipas reduzidas com forte conhecimento do negócio.</p>



<h2 class="wp-block-heading">2. Departamentos de TI sobrecarregados nas empresas</h2>



<p>Em muitas organizações, todas as necessidades tecnológicas convergem para o mesmo ponto: o departamento de IT. Este modelo centralizado cria um efeito previsível: acumulação de pedidos, atrasos constantes e soluções improvisadas.</p>



<p>É neste contexto que surgem sistemas paralelos, folhas de Excel utilizadas como ferramentas críticas e processos que fogem ao controlo da organização.</p>



<p>A solução passa por um modelo mais equilibrado, onde as áreas de negócio ganham autonomia para resolver os seus próprios desafios, com supervisão técnica, mas sem dependência total.</p>



<p>O departamento de IT mantém um papel essencial &#8211; garante segurança, governação e integração &#8211; mas deixa de ser o único ponto de execução.</p>



<p>Este modelo permite acelerar a implementação de soluções, reduzir backlog e aumentar a eficiência global da organização.</p>



<h2 class="wp-block-heading">3. Sistemas fragmentados nas empresas: o problema da falta de integração</h2>



<p>Ter várias ferramentas não significa ter um sistema integrado. Há uma coisa que deve estar sempre presente: sem integração, não existem dados fiáveis, e sem dados fiáveis, não existem decisões sólidas.</p>



<p>Este problema é particularmente relevante no contexto atual, onde a utilização de inteligência artificial e analytics depende diretamente da qualidade e consistência da informação.</p>



<p>Ao longo dos anos, muitas empresas foram acumulando soluções isoladas para responder a necessidades específicas. O resultado é um conjunto de sistemas que não comunicam entre si, dificultando a operação diária e aumentando o risco de erro.</p>



<p>A tendência, perante novas necessidades, é adicionar mais uma ferramenta, perpetuando o problema.</p>



<p>A alternativa passa por consolidar uma plataforma transversal de digitalização de processos, que permita gerir operações, integrar sistemas e evoluir de forma consistente. Este tipo de abordagem facilita a adaptação a novas exigências legais e operacionais, reforça a governação e evita dependências contínuas de desenvolvimento tradicional.</p>



<h2 class="wp-block-heading">4. Processos manuais e lentos nas PMEs</h2>



<p>Em muitas organizações, tarefas simples continuam a ser executadas manualmente, com impacto direto na produtividade e na eficiência operacional.</p>



<p>Um exemplo comum é o registo de faturas: abrir documentos, ler informação, inserir dados manualmente, validar, corrigir erros e arquivar. Este processo, repetido dezenas ou centenas de vezes por mês, consome tempo, gera erros e dificulta a rastreabilidade.</p>



<p>A automação de processos é hoje uma necessidade básica para qualquer empresa que queira crescer com consistência. Tecnologias atuais, incluindo inteligência artificial, permitem extrair dados, validar informação e encaminhar processos de forma automática.</p>



<p>O objetivo não é substituir pessoas, mas libertá-las de tarefas repetitivas, permitindo foco em atividades com maior valor.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A transformação digital nas PMEs começa pela estrutura, não pela tecnologia</h2>



<p>Os desafios que travam a transformação digital nas PMEs em Portugal são conhecidos, e, na maioria dos casos, evitáveis.</p>



<p>As organizações que conseguirem estruturar melhor os seus processos, reduzir dependências, integrar sistemas e adotar tecnologia de forma consistente estarão numa posição clara de vantagem.</p>



<p>É neste contexto que soluções como a <a href="https://masterlink-global.com/case-studies/">plataforma no-code da Masterlink têm vindo a ganhar relevância</a>: não apenas como ferramenta tecnológica, mas como forma de dar autonomia às equipas, estruturar processos e acelerar a transformação digital sem aumentar a dependência de recursos técnicos.</p>



<p>Numa altura em que a rapidez de execução é cada vez mais determinante, a capacidade de implementar soluções de digitalização e automação de processos de forma ágil e sustentável torna-se um fator crítico de competitividade.</p>



<p>E, para muitas empresas, essa mudança começa por uma decisão simples: deixar de adiar e começar a estruturar.</p>



<p>👉 Saiba como a <a href="https://masterlink-global.com/case-studies/">plataforma Masterlink</a> permite automatizar processos e criar soluções digitais sem dependência de desenvolvimento tradicional.</p>
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		<title>Transformação digital nas PMEs: porque é que as empresas que começam primeiro ganham vantagem</title>
		<link>https://masterlink-global.com/transformacao-digital-nas-pmes-porque-e-que-as-empresas-que-comecam-primeiro-ganham-vantagem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[superedcadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 11:01:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Existe ainda a perceção de que a transformação digital nas PMEs é um tema reservado às grandes organizações, com recursos significativos, equipas técnicas extensas e projetos estruturados a longo prazo. No entanto, a realidade empresarial mostra exatamente o contrário. A transformação digital não depende do tamanho da empresa, mas da sua capacidade de decisão e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Existe ainda a perceção de que a transformação digital nas PMEs é um tema reservado às grandes organizações, com recursos significativos, equipas técnicas extensas e projetos estruturados a longo prazo. No entanto, a realidade empresarial mostra exatamente o contrário.</p>



<p>A transformação digital não depende do tamanho da empresa, mas da sua capacidade de decisão e execução. E é precisamente nesse ponto que muitas pequenas e médias empresas têm uma vantagem clara.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Transformação digital nas PMEs em Portugal: menos recursos, mais agilidade</h2>



<p>As grandes empresas dispõem, naturalmente, de mais recursos. Têm departamentos de IT com dezenas de pessoas, orçamentos elevados e acesso a consultoria especializada para desenhar estratégias de transformação digital.</p>



<p>Contudo, essa capacidade vem acompanhada de maior complexidade organizacional. Processos de decisão mais lentos, múltiplos níveis de aprovação e estruturas internas que dificultam a mudança rápida.</p>



<p>Em muitos casos, a implementação de um novo sistema pode prolongar-se por vários meses ou mesmo mais de um ano. Quando a solução entra em produção, os requisitos iniciais já evoluíram, obrigando a novos ciclos de adaptação.</p>



<p>Nas PMEs, a realidade é distinta. A proximidade à decisão e a menor complexidade interna permitem acelerar processos. A implementação de soluções pode acontecer em semanas, e não em anos.</p>



<p>Esta agilidade, quando bem aproveitada, representa uma vantagem competitiva relevante.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Exemplos reais de transformação digital: rapidez na implementação de soluções</h2>



<p>Estes resultados não acontecem por acaso. São possíveis quando as organizações utilizam plataformas que permitem criar, adaptar e evoluir soluções digitais de forma rápida, sem dependência de ciclos longos de desenvolvimento.</p>



<p>É precisamente neste tipo de contexto que a <a href="https://masterlink-global.com/plataforma/">plataforma no-code da Masterlink</a> tem vindo a ser utilizada, permitindo lançar sistemas completos em dias ou semanas, mesmo em ambientes com elevada exigência operacional e regulatória.</p>



<p>A velocidade de execução não é apenas teórica. <a href="https://masterlink-global.com/case-studies/">Existem exemplos concretos</a> que demonstram como uma abordagem mais ágil permite acelerar a transformação digital:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>lançamento de um portal completo de candidaturas em três dias, incluindo submissão, avaliação e reporting</li>



<li>implementação de novos processos em menos de 40 horas numa organização com grande volume de candidaturas e elevada complexidade operacional</li>



<li>desenvolvimento de sistemas completos em poucos meses, com centenas de utilizadores e integração com sistemas empresariais</li>
</ul>



<p>Estes exemplos demonstram que a rapidez não depende exclusivamente da dimensão da organização, mas da abordagem adotada e das ferramentas utilizadas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A digitalização de processos nas PMEs: o risco de adiar decisões</h2>



<p>Apesar desta vantagem potencial, muitas PMEs continuam a adiar a digitalização de processos.</p>



<p>A decisão é frequentemente condicionada por fatores como falta de tempo, recursos limitados ou incerteza sobre o caminho a seguir. No entanto, a espera tende a agravar o problema.</p>



<p>Enquanto algumas organizações avançam e estruturam os seus processos, outras mantêm operações assentes em tarefas manuais, sistemas isolados e dados dispersos.</p>



<p>A transformação digital não acontece de forma instantânea. Trata-se de um processo contínuo, que exige consistência e evolução progressiva. Quanto mais tarde se inicia, maior será o esforço necessário para recuperar.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Automação de processos e eficiência operacional nas PMEs</h2>



<p>A modernização das empresas não passa apenas pela adoção de novas ferramentas tecnológicas. Passa, sobretudo, pela forma como os processos são estruturados e executados.</p>



<p>A automação de processos permite reduzir tarefas repetitivas, minimizar erros e aumentar a eficiência operacional. A digitalização de fluxos críticos facilita o acesso à informação e melhora a capacidade de resposta das organizações.</p>



<p>Ao mesmo tempo, a integração de sistemas garante maior consistência nos dados e suporta decisões mais informadas.</p>



<p>Este conjunto de fatores contribui diretamente para a competitividade das PMEs, permitindo-lhes operar com maior agilidade e controlo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como as PMEs podem acelerar a transformação digital com as ferramentas certas</h2>



<p>A capacidade de execução é um dos principais fatores diferenciadores na transformação digital. No entanto, essa execução depende das ferramentas utilizadas.</p>



<p>Soluções que permitem desenvolver aplicações, automatizar processos e integrar sistemas sem dependência de desenvolvimento tradicional tornam-se particularmente relevantes neste contexto.</p>



<p>Plataformas como a da Masterlink enquadram-se nesta abordagem, ao possibilitarem a criação de soluções digitais por equipas reduzidas, com conhecimento do negócio e sem necessidade de programação intensiva.</p>



<p>Este modelo permite reduzir o tempo de implementação, aumentar a autonomia das organizações e garantir uma evolução contínua dos sistemas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Transformação digital nas PMEs: começar mais cedo é a principal vantagem</h2>



<p>No atual contexto económico e tecnológico, a diferença não está entre empresas grandes e pequenas. Está entre empresas que começam e empresas que adiam.</p>



<p>As organizações que iniciam mais cedo o seu processo de transformação digital conseguem construir bases mais sólidas, adaptar-se mais rapidamente e responder melhor às exigências do mercado.</p>



<p>Adiar esta decisão significa, na prática, aumentar a distância face a quem já começou.</p>



<p>A transformação digital não exige necessariamente mais recursos, mas sim uma abordagem estruturada, consistência e capacidade de execução.</p>



<p>E, acima de tudo, exige uma decisão: começar.</p>



<p>A transformação digital nas PMEs não depende do tamanho da empresa, mas da forma como decide começar.<br></p>



<p>Saiba como a Plataforma Masterlink permite automatizar processos, integrar sistemas e lançar soluções digitais de forma rápida, com equipas reduzidas e foco na eficiência operacional.</p>



<p>👉 <a href="https://masterlink-global.com/contactos/">Fale Connosco</a></p>
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		<title>Conheça os principais desafios da transformação digital nas PMEs em Portugal e descubra como ultrapassar os principais bloqueios</title>
		<link>https://masterlink-global.com/conheca-os-principais-desafios-da-transformacao-digital-nas-pmes-em-portugal-e-descubra-como-ultrapassar-os-principais-bloqueios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[superedcadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 11:07:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Portugal quer liderar na inteligência artificial. É uma ambição legítima, alinhada com o contexto europeu e com a crescente aposta em inovação tecnológica. Mas existe uma questão fundamental que muitas organizações ainda não estão a colocar: os dados estão preparados para isso? No contexto empresarial, a inteligência artificial nas empresas é tão eficaz quanto a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Portugal quer liderar na inteligência artificial. É uma ambição legítima, alinhada com o contexto europeu e com a crescente aposta em inovação tecnológica. Mas existe uma questão fundamental que muitas organizações ainda não estão a colocar: os dados estão preparados para isso?</p>



<p>No contexto empresarial, a inteligência artificial nas empresas é tão eficaz quanto a qualidade dos dados que a alimentam. Dados desorganizados, dispersos por múltiplos sistemas, escondidos em folhas de Excel ou integrados em processos manuais não criam inteligência. Criam inconsistência, erro e falta de confiança.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O problema invisível: dados fragmentados e processos desestruturados</h2>



<p>Fala-se muito de machine learning, modelos de linguagem e automação inteligente. No entanto, quando se analisa a realidade das organizações, públicas e privadas, o cenário é muitas vezes diferente.</p>



<p>Encontram-se dados fragmentados em múltiplos sistemas que não comunicam entre si.</p>



<p><br>Processos críticos dependentes de tarefas manuais, como abrir emails, copiar informação para Excel e reencaminhar para aprovação.<br>Decisões tomadas com base em perceção, porque os dados disponíveis não são considerados fiáveis.</p>



<p>Neste contexto, tentar implementar inteligência artificial é um risco.</p>



<p>A inteligência artificial não é magia. É matemática. E a matemática depende de inputs estruturados para produzir outputs relevantes.</p>



<h2 class="wp-block-heading">IA nas empresas: porque não se pode começar pelo fim</h2>



<p>A inteligência artificial está a transformar a forma como as organizações operam. Já é uma realidade em muitos contextos e continuará a ganhar relevância.</p>



<p>Mas a sua implementação exige uma base sólida.</p>



<p>Se uma organização ainda depende de processos manuais, sistemas que não comunicam entre si e dados dispersos, a prioridade não deve ser a adoção de ferramentas de IA. Deve ser a estruturação da operação.</p>



<p>Isto implica:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>automatizar processos críticos</li>



<li>digitalizar fluxos de informação</li>



<li>garantir integração entre sistemas</li>



<li>estruturar dados com regras claras de governação</li>
</ul>



<p>Só depois esta base existir é que a inteligência artificial pode gerar valor real.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O risco do hype: quando a tecnologia vem antes da estrutura</h2>



<p>Muitas organizações estão a saltar etapas.</p>



<p>Adquirem ferramentas de inteligência artificial porque o mercado está a avançar nessa direção. Lançam projetos-piloto que não evoluem. Investem em tecnologia sem garantir que existem dados de qualidade para a sustentar.</p>



<p>Este fenómeno tem um nome: não é transformação digital, é desperdício digital. Sem dados estruturados, qualquer iniciativa de IA tende a falhar ou a produzir resultados pouco fiáveis.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A pergunta certa que as empresas devem fazer</h2>



<p>A maioria das organizações começa pelo ponto errado.</p>



<p>A questão não deve ser: “Como implementar inteligência artificial na empresa?”</p>



<p>A pergunta correta é: “Os nossos dados estão organizados de forma que a IA possa trabalhar com eles?”</p>



<p>Se a resposta for negativa (e em muitos casos é), então o primeiro passo não é adquirir mais tecnologia. É estruturar a base.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Da teoria à prática: estruturar dados e processos antes da IA</h2>



<p>Criar uma base sólida de dados não é um exercício teórico, é um trabalho operacional. Implica rever processos, eliminar tarefas manuais, integrar sistemas e garantir consistência na informação.</p>



<p>É neste contexto que plataformas como a da Masterlink assumem relevância. Ao permitir a digitalização de processos, a integração de sistemas e a estruturação de dados de forma consistente, criam as condições necessárias para a adoção de inteligência artificial com impacto real.</p>



<p>Na prática, isto traduz-se em organizações mais preparadas, com maior controlo sobre a informação e capacidade de evoluir tecnologicamente de forma sustentada.</p>



<h2 class="wp-block-heading">IA com estrutura: o que muda na prática</h2>



<p>A integração de inteligência artificial nas operações deve ser feita com critérios claros:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>dados estruturados e fiáveis</li>



<li>processos automatizados e rastreáveis</li>



<li>regras de governação definidas</li>



<li>supervisão humana</li>
</ul>



<p>Na Masterlink, a integração de capacidades de IA nas soluções segue exatamente este princípio. Funcionalidades como extração automática de dados, validação inteligente e apoio à decisão são implementadas sobre bases estruturadas, garantindo consistência e fiabilidade.</p>



<p>Porque a verdadeira questão não é se a inteligência artificial vai transformar as organizações, mas sim, se essa transformação já está a acontecer.</p>



<p>Antes de investir em inteligência artificial, é essencial garantir que os dados e os processos da sua organização estão preparados para a suportar.</p>



<p>Saiba como a Plataforma Masterlink ajuda a estruturar essa base, com processos digitalizados, dados organizados e soluções preparadas para evoluir com segurança.</p>



<p>👉 <a href="https://masterlink-global.com/contactos/">Fale Connosco</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>The Future is Now: Masterlink destaca o impacto real do no-code e apresenta caso GEPAC</title>
		<link>https://masterlink-global.com/the-future-is-now-masterlink-destaca-o-impacto-real-do-no-code-e-apresenta-caso-gepac/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[superedcadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Dec 2025 10:22:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Masterlink marcou presença no evento The Future is Now, realizado a 18 de novembro, onde o CEO Daniel Gomes apresentou a visão da empresa para a transformação digital centrada nas pessoas e um caso real de impacto no setor público, trazido por Hermínia Miranda, do GEPAC, Gabinete de Estratégia, Planeamento e Avaliação Culturais. Na sua intervenção, Daniel [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://masterlink-global.com/the-future-is-now-masterlink-destaca-o-impacto-real-do-no-code-e-apresenta-caso-gepac/">The Future is Now: Masterlink destaca o impacto real do no-code e apresenta caso GEPAC</a> aparece primeiro em <a href="https://masterlink-global.com">Masterlink</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Masterlink marcou presença no evento <strong>The Future is Now</strong>, realizado a 18 de novembro, onde o CEO Daniel Gomes apresentou a visão da empresa para a transformação digital centrada nas pessoas e um caso real de impacto no setor público, trazido por <strong>Hermínia Miranda</strong>, do <strong>GEPAC, Gabinete de Estratégia, Planeamento e Avaliação Culturais</strong>.</p>



<p>Na sua intervenção, Daniel Gomes reforçou que <em>“a tecnologia pela tecnologia não serve para nada; o que importa é o que as pessoas conseguem fazer com ela”.</em> um princípio que orienta a plataforma no-code da Masterlink, construída para oferecer <strong>autonomia, simplicidade, eficiência e escala</strong>.</p>



<p>A plataforma integra motores funcionais completos-  formulários, workflows, automações, relatórios, CMS &#8211; com segurança 100% cloud, integrações nativas e capacidades AI-Ready, promovendo equipas mais autónomas e organizações mais ágeis.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Um caso real: GEPAC digitaliza candidaturas em três dias com a plataforma Masterlink</h2>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://masterlink-global.com/wp-content/uploads/2025/12/future-now-masterlink-gepac-2-1024x683.jpeg" class="wp-image-1607" alt="Ferramenta no-code para transformar operações digitais e impulsionar inovação empresarial." srcset="https://masterlink-global.com/wp-content/uploads/2025/12/future-now-masterlink-gepac-2-1024x683.jpeg 1024w, https://masterlink-global.com/wp-content/uploads/2025/12/future-now-masterlink-gepac-2-512x341.jpeg 512w, https://masterlink-global.com/wp-content/uploads/2025/12/future-now-masterlink-gepac-2-768x512.jpeg 768w, https://masterlink-global.com/wp-content/uploads/2025/12/future-now-masterlink-gepac-2-1536x1024.jpeg 1536w, https://masterlink-global.com/wp-content/uploads/2025/12/future-now-masterlink-gepac-2.jpeg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> </figure>



<p>A convidada do evento, <strong>Hermínia Miranda (GEPAC)</strong>, apresentou o caso do <strong>Programa de Apoio a Projetos de Mérito Cultural</strong>, que tinha como principal desafio disponibilizar um sistema de candidaturas num prazo extremamente curto.</p>



<p>Segundo explicou, o formulário online foi disponibilizado <strong>em apenas três dias</strong>, tendo evoluído em paralelo à medida que o processo ganhava forma.</p>



<p>Do lado dos candidatos, a aplicação permitiu submissões simples, acompanhamento do estado do processo e troca de informação diretamente dentro da plataforma, sem emails ou anexos.</p>



<p>Internamente, o GEPAC e a Comissão de Avaliação passaram a trabalhar com perfis distintos, ciclos de validação claros, registo de pareceres, transparência total e indicadores automáticos para apoio à decisão.</p>



<p>O resultado superou todas as expectativas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>523 candidaturas registadas</strong>,</li>



<li><strong>292 submetidas</strong>,</li>



<li><strong>21,5 milhões de euros</strong> em iniciativas culturais apresentadas,</li>



<li><strong>17,2 milhões de euros</strong> em potencial financiamento público.</li>
</ul>



<p>Gerir este volume de forma manual teria sido inviável dentro dos prazos definidos. A agilidade do projeto e a colaboração próxima entre o GEPAC e a equipa funcional foram determinantes para transformar um desafio quase impossível numa solução reutilizável para futuros programas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Tecnologia como meio, impacto nas pessoas</h2>



<p>A sessão terminou com a mensagem central da Masterlink: a tecnologia é apenas o meio, a verdadeira transformação acontece quando as equipas ganham autonomia para criar, ajustar e evoluir soluções de forma simples e rápida.&nbsp;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://masterlink-global.com/the-future-is-now-masterlink-destaca-o-impacto-real-do-no-code-e-apresenta-caso-gepac/">The Future is Now: Masterlink destaca o impacto real do no-code e apresenta caso GEPAC</a> aparece primeiro em <a href="https://masterlink-global.com">Masterlink</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Como planear a adoção do no-code para 2025</title>
		<link>https://masterlink-global.com/como-planear-a-adocao-do-no-code-para-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[superedcadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jan 2025 15:39:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Inovação contínua, adaptação ágil e colaboração estratégica serão três fatores-chave decisivos para as organizações.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O ritmo acelerado e a competitividade implacável da economia digital vão aumentar ainda mais em 2025. <strong>Inovação contínua</strong>, <strong>adaptação ágil</strong> e <strong>colaboração estratégica </strong>serão três fatores-chave decisivos para as organizações. Porquê? Porque vão permitir que as empresas se antecipem às tendências e ofereçam soluções diferenciadas, que respondam rapidamente às mudanças de mercado, regulamentações e necessidades.</p>



<p>Mas, como garantir a permanente modernização, otimização e agilidade da empresa, quando temas como a contratação de retenção de recursos, os períodos de desenvolvimento e os custos permanecem tópicos desafiantes? É por conseguirem responder a estas e outras questões que as <a href="https://masterlink-global.com/plataforma/">plataformas no-code, como a da Masterlink</a>, se estão a tornar cada vez mais ferramentas essenciais para impulsionar a transformação digital.</p>



<p>Para acompanhar o ritmo atual, tanto o setor privado como os organismos públicos precisam adotar uma abordagem estratégica e estruturada ao planear a implementação de uma solução no-code para 2025. A seguir, apresentamos um passo a passo prático que o ajudará nesta jornada de transformação digital.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Porque investir na tecnologia no-code?</h1>



<p>Num contexto no qual há uma pressão constante pela inovação e adaptar-se às mudanças é imprescindível, o no-code surge como uma solução indispensável. Esta tecnologia permite que <a href="https://masterlink-global.com/whitepaper-ebook/white-paper-como-criar-citizen-developers-na-sua-empresa/">equipas não técnicas</a> desenvolvam soluções de forma independente e criativa, sem depender de longos ciclos de desenvolvimento.</p>



<p>A flexibilidade intrínseca das plataformas no-code fomenta a <strong>adaptação ágil</strong>, ajudando as organizações a ajustarem rapidamente processos e ferramentas em resposta a mudanças repentinas. Além disso, ao facilitar a colaboração entre diferentes departamentos e ao integrar ferramentas diversas, a tecnologia no-code promove uma <strong>colaboração estratégica</strong> mais eficiente, unindo equipas e parceiros externos em torno de soluções práticas e compartilhadas.</p>



<h1 class="wp-block-heading">7 passos para implementar uma solução no-code ainda este ano</h1>



<p>Já tem consciência de que o no-code é a solução ideal para a transformação digital da sua organização, mas não sabe por onde começar? Abaixo listamos os sete passos essenciais para adotar uma ferramenta de forma eficaz e alinhada com os seus objetivos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Passo 1: Avaliar o cenário tecnológico atual</h3>



<p>Antes de adotar uma plataforma no-code, proceda à avaliação detalhada dos sistemas, ferramentas e fluxos de trabalho existentes na sua organização. Identifique áreas nas quais os processos manuais, sistemas <em>legacy </em>ou ferramentas ineficientes estão a causar entraves. As ações principais incluem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Listar ferramentas existentes: fazer um levantamento de todo o software atual e as suas integrações.</li>



<li>Identificar lacunas e pontos problemáticos: destacar processos que precisam de ser otimizados ou automatizados.</li>



<li>Avaliar a capacidade e potencial tecnológico: determinar como uma solução no-code pode complementar ou substituir tecnologias existentes.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">Passo 2: Definir objetivos e prioridades empresariais</h3>



<p>A adoção bem-sucedida começa com o alinhamento das capacidades da plataforma aos objetivos estratégicos da organização. Considere o seguinte:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Que problemas pretendo resolver? O foco está em melhorar a eficiência, reduzir custos, modernizar a empresa com ferramentas tecnológicas, permitir ciclos de desenvolvimento mais rápidos, criar uma solução muito específica para uma determinada necessidade?</li>



<li>Estabeleça objetivos mensuráveis: entre vários exemplos, pode pensar em reduzir percentualmente o tempo ou recursos alocados a determinados processos ou atingir marcos específicos de transformação digital.</li>



<li>Abordar necessidades de conformidade: para organizações do setor público ou indústrias altamente reguladas, garanta que a solução atende aos padrões de conformidade relevantes.</li>
</ul>



<p>Estes dois primeiros passos permitem mapear de forma clara quais processos podem e devem ser otimizados, garantindo que a solução no-code atenda diretamente às necessidades específicas da sua organização desde o início.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Passo 3: Pesquisar e selecionar a plataforma no-code ideal</h3>



<p>Escolher uma plataforma no-code adaptada às necessidades da sua organização é fundamental. Igualmente importante é escolher um parceiro experiente, com provas dadas, conhecimento do mercado e com capacidade de apoio e de resposta consistente e eficaz. Procure uma plataforma que ofereça:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>&nbsp;Escalabilidade;</li>



<li>Segurança e robustez;</li>



<li>Flexibilidade;</li>



<li>Capacidade de criar soluções à medida;</li>



<li>Facilidade de utilização;</li>



<li>Aplicabilidade transversal a todas as áreas de negócio e departamentos;</li>



<li>Integração com outras ferramentas e sistemas;</li>



<li>Suporte técnico de uma equipa experiente e altamente qualificada.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">Passo 4: Envolver todos os stakeholders desde o início</h3>



<p>A adoção de soluções no-code impacta múltiplos departamentos, pelo que o envolvimento antecipado das partes interessadas é essencial. Considere:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Incluir líderes de TI e negócio: Abordar preocupações sobre governance, escalabilidade e segurança.</li>



<li>Envolver utilizadores finais: Recolher feedback daqueles que irão utilizar ou ser impactados pelas ferramentas.</li>



<li>Garantir o apoio de gestão: Apresentar um business case claro que demonstre o valor estratégico da plataforma, por exemplo.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">Passo 5: Planear um projeto piloto</h3>



<p>Testar a plataforma num ambiente controlado permite à sua equipa avaliar a sua eficácia antes da implementação em larga escala. É importante:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Escolher uma área de foco: Selecionar um departamento ou processo que beneficiaria imediatamente da automação.</li>



<li>Definir critérios de sucesso: Estabelecer metas mensuráveis para o piloto, como tempos de processamento reduzidos ou maior adoção pelos utilizadores.</li>



<li>Iterar com base no feedback: Usar insights do piloto para refinar a abordagem.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">Passo 6: Desenvolver um roadmap de adoção</h3>



<p>Um roadmap detalhado garante um processo de implementação e escalabilidade perfeito. Existem alguns elementos-chave:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Definir prazos e marcos: Estabelecer prazos claros para cada fase da adoção.</li>



<li>Alocar recursos: Profissionais e programas de formação.</li>



<li>Planear a escalabilidade: Conceber o plano de implementação para acomodar o crescimento futuro.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">Passo 7: Contemplar métricas de sucesso</h3>



<p>Acompanhar os indicadores-chave de desempenho (KPIs) para avaliar o impacto da plataforma nos objetivos da sua organização. As métricas mais comuns incluem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Ganhos de eficiência operacional: Tempo poupado e reduções de erros em processos automatizados.</li>



<li>Produtividade dos colaboradores: Horas realocadas de tarefas manuais para projetos estratégicos.</li>



<li>Satisfação dos utilizadores: Feedback dos diferentes stakeholders que utilizam a plataforma.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Dê o próximo passo com a Masterlink</h2>



<p>A Masterlink combina a flexibilidade das soluções no-code com a robustez da infraestrutura <a href="https://aws.amazon.com/pt/" rel="noreferrer noopener" target="_blank">AWS</a>, garantindo segurança, escalabilidade e desempenho. Com uma equipa experiente e um portefólio comprovado, é a parceira ideal para organizações que desejam acelerar a sua transformação digital.</p>



<p>Veja como a Plataforma Masterlink foi utilizada por outras organizações para transformar os seus processos de maneira simples e eficaz. <a href="https://masterlink-global.com/case-studies/">Leia os casos de sucesso.</a></p>
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		<title>Citizen Developer: o que é, porque nasce e como pode ajudar a transformar o negócio das empresas</title>
		<link>https://masterlink-global.com/citizen-developer-o-que-e-porque-nasce-e-como-pode-ajudar-a-transformar-o-negocio-das-empresas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[superedcadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Aug 2024 14:39:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A transformação e modernização digital tem de ser permanente se as empresas quiserem enfrentar e ter sucesso na atual economia digital. A inovação, a automatização e a eficiência são palavras de ordem, mas existem bloqueios que podem comprometer a competitividade. À capacidade de investimento, junta-se a falta de recursos de TI devido à escassez de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A transformação e modernização digital tem de ser permanente se as empresas quiserem enfrentar e ter sucesso na atual economia digital. A inovação, a automatização e a eficiência são palavras de ordem, mas existem bloqueios que podem comprometer a competitividade. À capacidade de investimento, junta-se a falta de recursos de TI devido à escassez de profissionais altamente qualificados. É aqui que entra o cidadão programador – ou <a href="https://www.masterlink.pt/blog/artigo-do-blog?uri=299" rel="noreferrer noopener" target="_blank">Citizen Developer</a> – uma figura ímpar que surge potenciada pelas <a href="https://www.masterlink.pt/blog/artigo-do-blog?uri=169" rel="noreferrer noopener" target="_blank">plataformas no-code</a>.</p>



<p>Como surgem os Citizen Developers? Que benefícios trazem para as empresas? Como podem potenciar o negócio? Que futuro têm estes profissionais?</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é um Citizen Developer?</h2>



<p>Um Citizen Developer é um profissional que, apesar de não ter conhecimentos de programação, ou mesmo background de TI, consegue desenvolver aplicações empresariais utilizando plataformas no-code.</p>



<p>Independentemente de serem recursos muitas vezes alocados a departamentos completamente diferentes, como marketing, RH ou operações, conseguem criar soluções tecnológicas essenciais para os processos de transformação digital das empresas.</p>



<p>Esta democratização do desenvolvimento de aplicações está a <a href="https://www.masterlink.pt/blog/artigo-do-blog?uri=331" rel="noreferrer noopener" target="_blank">revolucionar o panorama das TI</a>, permitindo uma inovação mais rápida e respostas mais ágeis às necessidades do negócio.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Citizen Developer: vantagens para as empresas</h2>



<p>A figura do Citizen Developer surge como uma solução inovadora e eficiente para enfrentar o desafio da escassez de profissionais de TI nas empresas. Com recursos a plataformas no-code, como a <a href="https://www.masterlink.pt/produto/plataforma-masterlink" rel="noreferrer noopener" target="_blank">Plataforma Masterlink</a>, estes profissionais transformam a forma como as organizações abordam o desenvolvimento de aplicações de negócio, trazendo várias vantagens competitivas. Desde a gestão de recursos e controlo de custos até à promoção da agilidade e inovação, estas figuras desempenham um papel crucial na capacitação da força de trabalho e na aceleração dos processos de negócio.</p>



<p>A seguir, destacam-se cinco benefícios principais que os Citizen Developers oferecem às empresas:</p>



<h3 class="wp-block-heading">1. Restrições de recursos</h3>



<p>A escassez global de profissionais de TI altamente qualificados obrigou as empresas a encontrar soluções alternativas. Os Citizen Developers preenchem esta lacuna, permitindo que as empresas continuem a sua transformação digital sem dependerem apenas dos escassos recursos de TI.</p>



<h3 class="wp-block-heading">2. Controlo de custos</h3>



<p>Os Citizen Developers reduzem a necessidade de recursos de TI dispendiosos, baixando os custos globais de desenvolvimento. As plataformas no-code também minimizam a necessidade de fornecedores externos, o que permite o controlo de custos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">3. Maior agilidade</h3>



<p>Ao permitir que um profissional não especializado em TI desenvolva aplicações, as empresas podem responder mais rapidamente às exigências do mercado e às necessidades internas. Esta agilidade é crucial no atual ambiente competitivo.</p>



<h3 class="wp-block-heading">4. Mais inovação</h3>



<p>Os Citizen Developers trazem múltiplas perspetivas e conhecimentos das suas respetivas áreas, algo que promove a inovação e conduz à criação de soluções mais eficazes e adaptadas às necessidades específicas das empresas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">5. Força de trabalho capacitada</h3>



<p><strong>﻿</strong>Ao poderem criar <a href="https://mkt.masterlink.pt/white-paper-no-code-no-problems-como-potenciar-a-inovacao-com-plataformas-no-code/" rel="noreferrer noopener" target="_blank">soluções tecnológicas através de uma plataforma no-code</a>, os profissionais podem contribuir diretamente para o sucesso da empresa e para a rápida agilização dos seus próprios processos de negócio. Este envolvimento promove um maior empenho e motivação da força de trabalho.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Citizen Developer: vantagens <strong>para os profissionais</strong></h2>



<p>Além de beneficiar as empresas, o citizen development também oferece inúmeras vantagens aos profissionais que adotam este papel. Esses indivíduos desenvolvem competências valiosas e têm oportunidades de crescimento dentro das suas organizações. Veja abaixo os três principais benefícios para os Citizen Developers:</p>



<h3 class="wp-block-heading">1. Desenvolvimento de competências</h3>



<p>Os Citizen Developers adquirem competências valiosas no desenvolvimento e automação de aplicações e algo que promove fortemente o seu crescimento e valorização profissional.</p>



<h3 class="wp-block-heading">2. Progressão na carreira</h3>



<p>Ao assumir novas responsabilidades e ao demonstrar a sua capacidade de inovar, o Citizen Developer pode progredir na sua carreira dentro da organização.</p>



<h3 class="wp-block-heading">3. Satisfação no trabalho</h3>



<p>A capacidade de resolver problemas e criar soluções com impacto direto no seu ambiente de trabalho conduz a uma maior satisfação profissional e a um sentimento de realização.</p>



<p>Comece já a aproveitar ao máximo esta tendência no seu negócio. <a href="https://mkt.masterlink.pt/white-paper-como-criar-citizen-developers-na-sua-empresa/" rel="noreferrer noopener" target="_blank"><strong>Descarregue agora o nosso white paper gratuito e veja como criar Citizen Developers na sua empresa.</strong></a></p>
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		<title>O futuro da programação: as 6 maiores tendências em 2024</title>
		<link>https://masterlink-global.com/o-futuro-da-programacao-as-6-maiores-tendencias-em-2024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[superedcadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Mar 2024 15:39:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Masterlink, sublinha as 6 principais tendências e desafios deste setor para este ano.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O universo da programação está a sofrer uma mudança de paradigma, impulsionado por tendências de mercado que prometem remodelar o setor empresarial nos próximos cinco anos. Na linha da frente desta transformação está a adoção acelerada de plataformas no-code, que vai redefinir a forma como as médias e grandes empresas abordam o desenvolvimento de software, a Inteligência Artificial e Machine Learning, e outros fatores que asseguram 3 pontos vitais para as empresas: agilidade, eficiência e inovação.</p>



<p>A Masterlink, sublinha as 6 principais tendências e desafios deste setor para este ano.</p>



<h2 class="wp-block-heading">1. A ascensão das plataformas no-code</h2>



<p>As plataformas no-code emergem como o elemento central do futuro da programação, ao oferecerem uma abordagem revolucionária ao desenvolvimento de software. Por permitirem que profissionais sem competências de programação criem soluções à medida, completas e eficientes, as plataformas no-code reduzem os prazos de desenvolvimento, promovem a agilidade, a inovação e a eficiência operacional nas organizações, e reduzem custos. Para além disto, esta democratização do processo de desenvolvimento reduz a dependência das equipas tradicionais de TI, e resolve um dos maiores desafios dos últimos anos – a atração e retenção de talento especializado.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;<em>A forte presença das plataformas no-code nas tendências da programação é inquestionável, pelas importantes vantagens competitivas que oferece: aumenta a capacidade de resposta às exigências do mercado, reduz os estrangulamentos de desenvolvimento e permite pipelines de entrega contínua mais simplificados</em>&#8220;, refere Nuno Rosa, Diretor de Marketing e Operações na Masterlink.</p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading">2. Inteligência Artificial (IA)</h2>



<p>A IA é uma tendência comum a todas as áreas atualmente, e neste domínio empresarial, está diretamente ligada ao futuro da programação. As ferramentas orientadas para a IA estão a simplificar os processos de desenvolvimento, a trazer mais inteligência aos negócios, a automatizar tarefas repetitivas e melhorando a eficiência geral. Desde sugestões de preenchimento de código, a testes automatizados, a IA está a remodelar a forma como as empresas abordam o desenvolvimento de software. No setor empresarial, a simbiose entre a IA e as plataformas no-code facilita a criação rápida de aplicações personalizadas, permitindo que as empresas aproveitem o poder da analítica de dados, da modelação preditiva e de outras capacidades avançadas. A integração da IA aumenta a adaptabilidade destas plataformas, permitindo-lhes evoluir a par das necessidades empresariais, tornando-se assim fundamentais para impulsionar a eficiência, a tomada de decisões estratégicas e a competitividade global no panorama empresarial.</p>



<h2 class="wp-block-heading">3. Hybrid Cloud e arquitetura de microserviços</h2>



<p>O futuro mostra um aumento da programação adaptada a ambientes hybrid cloud, que permite a integração perfeita entre soluções locais e cloud. Esta flexibilidade aumenta a escalabilidade, a segurança e a otimização de recursos. As plataformas no-code e low-code, pela sua versatilidade, irão potenciar o desenvolvimento multiplataforma, permitindo que as empresas atinjam audiências mais vastas sem esforço. O futuro da programação para as empresas está também a assistir a uma mudança de paradigma para a arquitetura de microsserviços. A divisão das aplicações em componentes mais pequenos e independentes permite uma maior flexibilidade, escalabilidade e facilidade de manutenção. Esta abordagem arquitetónica alinha-se com a procura de soluções modulares e adaptáveis no ambiente empresarial.</p>



<h2 class="wp-block-heading">4. DevOps ganha terreno</h2>



<p>A sinergia entre desenvolvimento e operações, encapsulada nas práticas de DevOps, está a ganhar destaque. As empresas estão a integrar metodologias DevOps nos seus fluxos de trabalho de programação para melhorar a colaboração, encurtar os ciclos de desenvolvimento e garantir um pipeline de entrega contínuo e fiável. Este contexto aumenta a exigência por dois pontos chave:&nbsp;ambientes colaborativos e de desenvolvimento e implementação de aplicações mais ágeis.</p>



<p>Neste campo, as tecnologias no-code e low code ganham relevância por quebrarem silos dentro das organizações. Os utilizadores, profissionais de TI e demais stakeholders podem colaborar eficazmente no processo de desenvolvimento, com comunicação melhorada, estrangulamentos reduzidos e melhores resultados. Por outro lado, permitem que as organizações respondam rapidamente às mudanças do mercado, simplificando o ciclo de vida do desenvolvimento de aplicações. A prototipagem rápida, o desenvolvimento iterativo e a implantação imediata tornam-se possíveis sem comprometer a qualidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading">&nbsp;</h2>



<h2 class="wp-block-heading">5. Segurança e conformidade</h2>



<p>O futuro da programação exige uma abordagem proactiva, com a integração de medidas de segurança em todas as fases do ciclo de desenvolvimento, assegurando que as aplicações estão protegidas contra vulnerabilidades, desde o início do processo de desenvolvimento. Por outro lado, a integração de considerações de conformidade nos fluxos de trabalho de programação não só protege contra sanções regulamentares, como também cultiva uma cultura de práticas responsáveis e éticas. No futuro, a capacidade de integrar perfeitamente a segurança e a conformidade na programação será apenas uma necessidade legal, mas também uma vantagem competitiva, garantindo a integridade dos sistemas e o sucesso sustentado das empresas num cenário digital cada vez mais regulamentado.</p>



<h2 class="wp-block-heading">6. Agilidade e competitividade potenciadas pela personalização</h2>



<p>&nbsp;As aplicações personalizadas, concebidas com precisão para requisitos empresariais individuais, estão a tornar-se a norma. Esta personalização garante um match perfeito entre as soluções de software e os objetivos e desafios únicos de cada empresa. As tecnologias no-code e low-code permitem esta criação de soluções à medida de forma mais simples, rápida e sem a dependência de equipas externas ou altamente qualificadas.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><em>&#8220;Temos um crescente número de empresas a recorrer à Plataforma Masterlink para otimizar, simplificar e agilizar as mais distintas áreas de negócios e, muito importante, para criarem soluções à medida e escaláveis que permitem assegurar a melhor gestão de todos os processos. E o facto de empresas privadas e públicas, com negócios totalmente distintos, nos procurarem para estas soluções, mostra que a tecnologia no-code tem o potencial de transformar por completo o universo de desenvolvimento&#8221;, </em>finaliza Nuno Rosa.</p>
</blockquote>
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		<title>Como pode o no-code melhorar a automatização de processos nas empresas?</title>
		<link>https://masterlink-global.com/como-pode-o-no-code-melhorar-a-automatizacao-de-processos-nas-empresas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[superedcadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Oct 2023 14:39:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://masterlink-global.com/?p=492</guid>

					<description><![CDATA[<p>As soluções no-code permitem o desenvolvimento de programas informáticos a partir de comandos simples e interfaces acessíveis.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong><em>Por Daniel Gomes, CEO na Masterlink</em></strong></p>



<p>As soluções no-code ou &#8220;sem código&#8221;, de que a plataforma Masterlink é um exemplo, permitem o desenvolvimento de programas informáticos a partir de comandos simples e da utilização de interfaces acessíveis, sem a necessidade de programação ou de codificação tradicional.</p>



<p>O no-code melhora a automatização dos processos nas empresas na medida em que permite que os mesmos sejam feitos por pessoas com pouca experiência e conhecimentos de programação, mas com experiência nos processos concretos da empresa e com conhecimento profundo dos respetivos objetivos.</p>



<p>Por esta via, a tecnologia no-code, quando adotada, tem vindo a reduzir a dependência da empresa das áreas de TI, internas ou externas, permitindo simultaneamente o envolvimento direto e benéfico das organizações no processo de automatização.</p>



<p>As soluções no-code representam uma tecnologia inovadora que está a transformar de forma revolucionária o modo como as organizações racionalizam as suas operações e melhoram a respetiva eficiência e produtividade, com poupança significativa de custos e <em>ownership</em> direta e colaborativa dos projetos de automatização pelas empresas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">As vantagens da implementação de soluções no-code para a automatização de processos</h2>



<p>Muito tem sido escrito sobre as vantagens da implementação de soluções no-code para a automatização de processos. Na experiência da Masterlink as principais vantagens desta implementação podem ser sintetizadas da seguinte forma:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>As soluções no-code permitem uma maior capacitação e independência das empresas na automatização dos seus processos;</li>



<li>As soluções no-code permitem que utilizadores sem grande experiência e conhecimento de programação, mas com vasto conhecimento e experiência dos processos e dos objetivos da empresa, assumam o controlo da automatização de processos com maior <em>ownership</em> e sem depender exclusivamente do apoio das áreas de TI;</li>



<li>As soluções no-code geram rapidez e facilidade na implementação de projetos de automatização, o que permite uma maior adaptabilidade das empresas à evolução das exigências do mercado, com a correspondente vantagem em termos concorrenciais;</li>



<li>As soluções no-code implicam poupança de custos, por via da redução da necessidade de recursos de TI e de programadores;</li>



<li>As soluções no-code permitem também uma alocação mais eficaz dos recursos da empresa, com possibilidade de concentração de esforços e meios normalmente orientados para TI e programação, em outras iniciativas estratégicas;</li>



<li>As soluções no-code promovem, nas empresas, uma atividade colaborativa e uma tomada de decisões mais ágil e personalizada.</li>
</ol>



<h2 class="wp-block-heading">No-code vs código tradicional: Qual é a melhor solução para a automatização de processos?</h2>



<p>O no-code oferece uma maneira mais rápida e acessível de automatizar processos quando comparado com a programação tradicional, na medida em que esta requer conhecimentos e competências extensos, enquanto as plataformas no-code podem ser utilizadas por profissionais não técnicos.</p>



<p>O no-code permite às empresas iterar e efetuar alterações aos processos automatizados de forma rápida e fácil, enquanto a codificação tradicional por regra exige mais tempo e recursos.</p>



<p>Para além disso, o no-code permite uma maior colaboração entre as áreas de negócio e de TI da empresa, uma vez que os utilizadores não técnicos participam ativamente na automatização de processos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O futuro da automatização de processos: influência do no-code</h2>



<p>Com os avanços na tecnologia no-code, as empresas terão maior flexibilidade e maiores opções de personalização, o que acentuará as vantagens acima assinaladas de adoção deste modelo de automatização. A democratização da automatização de processos através da tecnologia no-code permitirá aos indivíduos de todas as organizações automatizar tarefas e impulsionar a inovação.</p>



<p>À medida que mais empresas venham a adotar soluções no-code, a indústria continuará a evoluir e a desenvolver capacidades e funcionalidades para responder às novas exigências do mercado.</p>



<p>No futuro, podemos esperar que o no-code continue a transformar o panorama da automatização de processos, permitindo que empresas de todas as dimensões automatizem as suas operações e se mantenham competitivas num mundo digital em rápida evolução.</p>



<p><em>*Artigo originalmente publicado em </em><a href="https://tek.sapo.pt/opiniao/artigos/opiniao-como-pode-o-no-code-melhorar-a-automatizacao-de-processos-nas-empresas" rel="noreferrer noopener" target="_blank"><em>www.tek.sapo.pt</em></a></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A importância do no-code para as empresas</title>
		<link>https://masterlink-global.com/a-importancia-do-no-code-para-as-empresas/</link>
					<comments>https://masterlink-global.com/a-importancia-do-no-code-para-as-empresas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[superedcadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Jun 2023 08:11:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As plataformas de no-code permitem às empresas desenvolver aplicações de forma ágil, rápida sem dependência estrita de competências técnicas.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>No mundo atual de ritmo acelerado, as empresas precisam de ser capazes de se adaptar rapidamente às condições de mercado em mudança e às necessidades dos clientes. É aqui que entra o desenvolvimento com no-code. As plataformas de no-code permitem às empresas desenvolver aplicações de forma ágil, rápida sem dependência estrita de competências técnicas, permitindo-lhes implementar rapidamente novas soluções de negócio e iterar sobre elas conforme necessário.</p>



<p>Numa plataforma no-code, os utilizadores trabalham dentro de uma interface visual com componentes pré-construídos que permitem a criação de aplicações. Esta abordagem caracteriza-se por beneficiar de extrema intuitividade, assumindo-se assim como uma ferramenta concebida para pessoas com conhecimentos técnicos mais reduzidos, tipicamente focada em preenchimento de campos e com reduzidas necessidades de utilização de código – é tipicamente uma plataforma preparada para que qualquer trabalhador da empresa possa utilizar com um mínimo esforço.</p>



<p>Trata-se, no fundo, de uma abordagem baseada no desenvolvimento pelo cidadão (em tradução literal), que incentiva que profissionais não capacitados em tecnologia se tornem aptos a desenvolver diferentes soluções utilizando a plataforma no-code. Isto porque com uma ferramenta no-code, qualquer pessoa com o mínimo de conhecimento tecnológico fica capacitada para transformar ideias em soluções de negócio.</p>



<p><strong>Benefícios para as empresas</strong></p>



<p>Há vários benefícios na utilização de plataformas sem código para as empresas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Velocidade:</strong> As plataformas no-code, como a que Masterlink disponibiliza, permitem às empresas desenvolver aplicações muito mais rapidamente, uma vez que existem profissionais que trabalham diretamente na criação de aplicações e a empresa conta com uma força de trabalho maior e multidisciplinar a pensar em soluções para o negócio. Isto significa que as empresas podem rapidamente iterar em soluções e responder a condições de mercado em mudança.</li>



<li><strong>Custo:</strong> As plataformas no-code podem reduzir significativamente o custo do desenvolvimento de aplicações eliminando a necessidade de as empresas recorrerem a uma equipa de desenvolvimento de grandes dimensões. Significa isto que as empresas podem atribuir recursos a outras áreas da sua organização.</li>



<li><strong>Flexibilidade:</strong> Estas plataformas permitem que as empresas criem aplicações personalizadas que satisfazem as suas necessidades específicas. Isto significa que as empresas podem criar soluções adaptadas aos seus desafios específicos.</li>



<li><strong>Capacitação:</strong> As plataformas no-code permitem aos utilizadores não técnicos criar aplicações sem a necessidade de um conhecimento técnico. Isto significa que as empresas podem envolver uma maior variedade de colaboradores no processo de desenvolvimento de aplicações, levando a mais inovação e criatividade.</li>
</ul>



<p><strong>Casos de uso de no-code</strong></p>



<p>As plataformas no-code podem ser utilizadas numa variedade de cenários dentro de uma empresa, com particular destaque para:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Automação de processos:</strong> As plataformas no-code podem ser utilizadas para automatizar processos manuais dentro de uma empresa, tais como o onboarding de colaboradores, processos de faturação e aprovisionamento. Podem assim reduzir significativamente o tempo e o esforço necessários para completar estas tarefas, levando a uma maior eficiência e produtividade.</li>



<li><strong>Solução web:</strong> Estas plataformas podem ser utilizadas para a criação de aplicações a disponibilizar em portais, como sejam por exemplo os portais institucionais direcionados à interação com clientes ou parceiros ou portais colaborativos internos às organizações que garantem otimização de processos com um mínimo esforço do lado das equipas.</li>



<li><strong>Gestão de dados:</strong> As plataformas no-code podem ser utilizadas para criar aplicações de gestão de dados, tais como dashboards e ferramentas de elaboração de relatórios. Estas aplicações podem ajudar as empresas a tomarem decisões mais informadas, fornecendo informações em tempo real sobre as principais métricas.</li>



<li><strong>Integração de sistemas:</strong> É possível ainda utilizar o no-code para integrar sistemas com aplicações modernas. Pode assim eliminar a necessidade de introdução manual de informação e melhorar a precisão dos dados.</li>
</ul>



<p><strong>Como escolher uma plataforma no-code</strong></p>



<p>Ao escolher uma plataforma no-code, as empresas devem considerar fatores como a facilidade de utilização, que assegura simplicidade de uso mesmo para utilizadores não técnicos, a capacidade de personalização, já que a plataforma deve permitir às empresas criar aplicações personalizadas que satisfaçam as suas necessidades específicas. Além disso, tenha em conta as suas capacidades de integração com outros sistemas e – claro está – de segurança: a plataforma deve dispor de medidas de segurança robustas para proteger dados sensíveis.</p>



<p>Note-se ainda que uma abordagem no-code eficaz deve ser holística ou chave-na-mão. Ou seja, uma plataforma deste tipo deve garantir não só as características já enumeradas como um setup inicial simples e ágil bem como uma operação completa que garanta o nível de serviço pretendido. Este tipo de ofertas segue, normalmente, a modalidade cloud (SaaS ou PaaS) que retira toda complexidade da sua operação de TI, agiliza o processo de entrada na tecnologia e, como segue modelos de subscrição, reduz o custo de oportunidade na saída por não ter custos significativos de aquisição no momento inicial.</p>



<p>O desenvolvimento em no-code está a tornar-se cada vez mais popular entre as empresas que procuram desenvolver rapidamente aplicações personalizadas. Com a sua rapidez, redução de custos, flexibilidade e capacitação, o desenvolvimento no-code disponibilizado por empresas como a Masterlink tem o potencial de revolucionar a forma como as empresas abordam o desenvolvimento de software.</p>
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		<title>Citizen developer: um recurso indispensável para a transformação digital</title>
		<link>https://masterlink-global.com/citizen-developer-um-recurso-indispensavel-para-a-transformacao-digital/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[superedcadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Jan 2023 09:32:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os citizen developers são utilizadores que não são formados em TI, mas estão habilitados a criar aplicações de negócio através de tecnologias como as plataformas no-code.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Com as inovações advindas da transformação digital, as empresas passaram a estar ainda mais atentas aos seus processos internos. Ao mesmo tempo, muitos profissionais começaram a ter mais autonomia e tornaram-se peças fundamentais na transformação das organizações ao atuarem como citizen developers dentro do negócio.</p>



<p>Os citizen developers são utilizadores que não são formados em TI, mas estão habilitados a criar aplicações de negócio através de tecnologias como as plataformas no-code. Estes utilizadores são resultado do citizen development, uma tendência estratégica para mitigar a escassez de profissionais técnicos e aliviar a pressão na área de TI dentro da empresa.</p>



<p>Atualmente, o citizen development é fundamental para um maior envolvimento das pessoas de diferentes departamentos na jornada de transformação digital da organização.</p>



<p>Entenda as razões pelas quais os citizen developers, considerados neste artigo exclusivamente como os colaboradores internos, tornaram-se indispensáveis numa organização e saiba como transformá-los numa realidade dentro da empresa.</p>



<p>O futuro da criação de aplicações de negócio exige a presença do citizen developer<br>As empresas estão a controlar cada vez mais a criação de aplicações dentro do seu negócio. Assim, torna-se ainda mais necessário ter recursos dentro das organizações capazes de criar soluções sem sobrecarregar a área de TI.</p>



<p>É por isso que a importância de profissionais qualificados a criar soluções tenológicas vem sendo apontada no mercado já há algum tempo. Ainda em 2019, a Gartner publicou um estudo a dizer que já naquela época 61% das organizações pretendiam iniciar atividades voltadas à qualificação de citizen developers dentro das suas equipas.</p>



<p>Mas o que são ao certo os citizen developers? Em síntese, ao pensar apenas na estrutura de colaboradores internos da empresa, são aqueles profissionais capacitados a criar e fazer a gestão de aplicações de negócio, sem a necessidade de envolver o departamento de TI.</p>



<p>Para facilitar, pode-se pensar naquele profissional de uma área externa à TI que desenvolveu a capacidade de criar as suas próprias soluções digitais. Por exemplo, aquele colega que, de forma autónoma, conseguiu automatizar o trabalho de toda a equipa através da criação de aplicações com uma plataforma no-code.</p>



<p>A presença destes profissionais minimiza o problema recorrente de esperar meses para a aprovação de um projeto, que muitas vezes ficou preso com a equipa de TI, já sobrecarregada. Isso significa mais dinamismo para a empresa, com a criação de soluções a acompanhar as prioridades internas do negócio.</p>



<p><strong>Como os citizen developers criam aplicações?</strong></p>



<p>A criação de aplicações de negócio torna-se possível a profissionais sem conhecimentos tecnológicos específicos através de plataformas no-code. Estas ferramentas são desenvolvidas especificamente para que qualquer pessoa consiga criar soluções.</p>



<p>Isto acontece porque uma plataforma no-code é desenvolvida de modo que todos os elementos necessários para a criação de aplicações sejam de fácil acesso. Na área de desenvolvimento, dentro de uma plataforma no-code, estão disponíveis recursos como, por exemplo: menus, separadores, páginas, utilizadores e perfis, segurança, upload de arquivos, entre outros.</p>



<p>Desta forma, o utilizador precisa apenas de comandos simples, como carregar no rato, para aceder a estes itens e através deles criar as suas soluções web.</p>



<p>Esta abordagem permite que profissionais de diferentes funções tornem-se citizen developers dentro da empresa, mesmo sem ter um conhecimento profundo de programação.</p>



<p>A Plataforma Masterlink é um exemplo de tecnologia no-code, uma vez que é direcionada para uma audiência não técnica e permite a criação de aplicações web, muito alinhadas com a visão do negócio, além de portais, sejam na internet, extranet ou intranet.</p>



<p>Com a Plataforma Masterlink, os citizen developers beneficiam de um modelo simplificado que lhes permite construir aplicações sem recorrer à programação. Com isso, gera-se um efeito de escala em que o impacto de uma equipa especializada/técnica atinge resultados mais amplos pela ação de utilizadores não técnicos.</p>



<p>Experimente a Plataforma Marterlink e ganhe agilidade no seu negócio.</p>



<p>Clique aqui e seja contactado agora por um especialista.</p>
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		<title>Automação de processos: o que é e como funciona</title>
		<link>https://masterlink-global.com/automacao-de-processos-o-que-e-e-como-funciona/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[superedcadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Nov 2022 09:36:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A automação é a transformação de um processo usualmente feito de forma manual para uma execução automática e independente, através do uso da tecnologia.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A automação é a transformação de um processo usualmente feito de forma manual para uma execução automática e independente, através do uso da tecnologia. Em resumo, é a utlização de uma ferramenta tecnológica e da integração de sistemas para fazer a gestão de tarefas.</p>



<p>Neste contexto, a automação ou digitalização de processos une a tecnologia às atividades do dia a dia dentro da empresa para melhorar a produtividade e evitar erros. É possível eliminar tarefas repetitivas, ganhar tempo e impedir que o trabalho precise ser feito novamente.</p>



<p>As etapas de um processo – desde a coleta, análise e até o armazenamento da informação – são transformadas e executadas através da tecnologia. Com isso, além de tornar as tarefas mais simples, a criação de automatismo possibilita a centralização da informação e facilita a monitorização de dados e a produção de relatórios.</p>



<p>Qualquer área da empresa pode passar pela digitalização dos seus processos. No departamento financeiro, por exemplo, a tecnologia pode ser útil de diferentes formas, desde a produção de relatórios até a compra e pagamento de serviços ou produtos.</p>



<p>Por exemplo, num processo de compra é possível dividir a ação em etapas: solicitação de um departamento, aprovação do gestor, encaminhamento para o fornecedor. Neste caso, o processo todo é feito apenas a carregar alguns botões, num sistema único, sem precisar aceder ao e-mail, telefone etc.</p>



<p>Portanto, com a digitalização dos seus processos, a empresa consegue melhorar o fluxo de atividade e, consequentemente, reduzir custos, aumentar a produtividade, ter poder de rastreabilidade e controlo da informação da organização.</p>



<p>Como automatizar os processos de uma organização<br>Quando se fala em automação é muito comum pensar num processo de produção, com máquinas a fabricarem diferentes partes de um produto. Neste caso não se trata de algo material, tangível, mas há um sistema com etapas, sendo que, neste caso, o produto é a informação.</p>



<p>Neste tipo de processo há a integração de diferentes sistemas e a gestão sequencial das atividades. Por exemplo: a digitalização cria avisos de execução da tarefa, mostra prazos, indica quando há alguma tarefa em atraso, possibilita que as atividades sejam encaminhadas, produz relatórios, envia automaticamente mensagens, entre outros.</p>



<p>As possibilidades são tantas, que a depender da forma como o sistema for montado, um processo automatizado pode tomar decisões no lugar do utilizador.</p>



<p>No entanto, para que tudo isso seja possível, é preciso existir um intervenção humana para montar este sistema. Assim, com a ajuda de uma pessoa, são criadas as regras para o fluxo da informação dentro do processo em questão.</p>



<p>Por isso, para começar a automatizar é preciso, primeiramente, ver de forma ampla e completa todas as tarefas e setores da empresa. Assim, será possível identificar quais atividades podem e precisam ser automatizadas e quais processos necessitam estar interligados entre os departamentos.</p>



<p>Quando a empresa estiver em posse de toda esta informação, bem como o passo a passo das tarefas a serem digitalizadas é que deve procurar um software para criar sistemas de automação.</p>



<p>As plataformas no-code costumam ser ferramentas muito utilizadas por empresas que procuram automatizar os seus processos.</p>



<p>Através de uma plataforma no-code, como a da Masterlink, é possível criar regras de negócio, definir fluxos e conectar as tarefas entre os diferentes departamentos. Tudo feito por pessoas do próprio negócio e com autonomia para criar novos automatismos de forma contínua.</p>



<p>Veja aqui outras vantagens da Plataforma Masterlink.</p>



<p>Tipos de processos que podem ser automatizados<br>A automação pode ser utilizada nas tarefas mais simples até nas mais complexas. O uso da tecnologia também pode ser focado tanto nos processos internos como externos. Isso significa que qualquer processo de uma empresa que necessita de melhorias pode passar a ser totalmente ou parcialmente automatizado.</p>



<p>São exemplos de processos automatizados:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Gestão de Recursos Humanos:</strong> registo de dados dos funcionários com a possibilidade de gestão de pessoas, avaliações, registo de folhas de horas e férias.</li>



<li><strong>Serviços técnicos de TI:</strong> gestão de tickets de suporte, como o fluxo de registos de um formulário criado por clientes, com fluxo de atendimento.</li>



<li>Vendas: gestão de clientes, gestão de contratos, projetos e novas oportunidades.</li>



<li><strong>Gestão de organograma institucional:</strong> registos das unidades orgânicas de uma instituição, com gestão de utilizadores e perfis.</li>



<li><strong>Contratação Pública:</strong> gestão e tramitação dos processos de pedidos aquisitivos de ordem pública.</li>



<li><strong>Candidaturas:</strong> submissão de candidaturas para um processo de avaliação e fluxo de aprovações de avaliadores.</li>
</ul>



<p>Portanto, um processo automatizado é aquele que facilita a rotina de trabalho ao fazer de forma automática atividades que antes seriam feitas manualmente por alguma pessoa.</p>



<p>Comece a automatizar agora mesmo os seus processos de negócio.</p>



<p>Carregue aqui e seja contactado agora por um especialista.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Masterlink recebe selo AWS de qualidade no atendimento ao setor público</title>
		<link>https://masterlink-global.com/masterlink-recebe-selo-aws-de-qualidade-no-atendimento-ao-setor-publico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[superedcadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Nov 2022 09:36:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Masterlink passou a integrar o Programa de Parceiros do Setor Público (PSP) da AWS.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Masterlink passou a integrar o Programa de Parceiros do Setor Público (PSP) da AWS. A iniciativa reconhece os parceiros da AWS com soluções em cloud para as áreas do governo, educação, saúde, segurança pública e organizações sem fins lucrativos.</p>



<p>A participação no PSP oferece uma oportunidade para a empresa acelerar o relacionamento com estas organizações ao destacar as suas soluções e serviços e aceder a uma série de benefícios para potenciar o crescimento no setor público. Além disso, auxilia no desenvolvimento do negócio através do alinhamento com as equipas de vendas, marketing e financeiro do setor público da AWS.</p>



<p>Com isso, a Masterlink passou a ganhar um suporte através de vários canais e ter uma melhor visibilidade com os potenciais clientes de organizações governamentais. Agora, estes clientes podem encontrar a sua plataforma no-code na busca de soluções de parceiros no website da AWS, assim como no blog APN, webinars e nos eventos realizados pela AWS.</p>



<p>Outro benefício é o acesso a programas específicos de parceiros do setor público e outras a ferramentas para oferecer de forma mais ampla o seu serviço. Além disso, ao ingressar ao PSP, ficou elegível para oportunidades de financiamento no setor público para que possa aprimorar a sua formação, solução e atividades de marketing.</p>



<p>A integração no novo programa também garantiu novos reconhecimentos à Masterlink. Agora, além de possuir o selo que valida a qualidade do seu serviço, também possui o selo APN &#8220;Parceiro do setor público da AWS&#8221;, que reconhece a sua experiência técnica no atendimento às necessidades exclusivas dos clientes do setor público.</p>



<p>O selo é mais uma validação do trabalho realizado pela Masterlink nos seus mais de 20 anos de atuação no mercado português. Com a sua tecnologia no-code, a empresa está presente em diversas áreas de negócio, tanto no setor público, como no setor privado.</p>
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